No balanço aos 25 anos e fundos estruturais, Augusto Mateus, insistiu na conclusão do "semifalhanço", a nível nacional e coletivo, o qual considera dever-se às escolhas que prevaleceram em Portugal na economia e na sociedade. .O coordenador do estudo, apesar e reconhecer que o nível de vida melhorou, que houve uma modernização da economia e da sociedade portuguesa, um melhor acesso da população às necessidades básicas elementares, também reforça a ideia de que a aplicação dos fundos falhou na coesão e convergência.